Aproveitando a genética da liderança com Dan Edds

Como as organizações com desempenho consistente nos níveis de elite abordam a prática da liderança? Eles fazem isso através da engenharia personalizada de um DNA organizacional ou código genético que é sistêmico.

Alavancar a genética da liderança revela esta nova e revolucionária abordagem à liderança. Daniel Edds documenta, por meio de pesquisas meticulosas, estudos de caso, exemplos convincentes e entrevistas pessoais com líderes de organizações inovando os próprios fundamentos da liderança. Sua pesquisa vem de várias organizações de saúde e manufatura, as Forças Armadas dos EUA e uma escola primária que passou de reprovada a uma das poucas a fechar a lacuna de desempenho.

Edds sente que livros mais do que suficientes foram escritos sobre liderança. Mas a maioria desses livros se concentra na importância da liderança pessoal e como o leitor individual pode se tornar um líder melhor. Edds adota uma abordagem diferente, mostrando como a liderança pode ser um sistema que governa como toda a organização opera. Ele então analisa qual seria o DNA desse sistema, como o sistema seria estruturado e como isso afetaria a produtividade, o lucro e, o mais importante, a satisfação no trabalho entre os funcionários.

“Acredito que a oportunidade da próxima geração não será adquirir e implementar mais tecnologia, mas projetar as maneiras pelas quais os humanos devem interagir para liberar a capacidade humana básica de inovação, criatividade e transformação. Se pudermos fazer isso, as possibilidades são infinitas.” – Dan Edds

Principais lições de liderança:

  • Tornar a liderança sistêmica nas organizações também melhorará a satisfação no trabalho.
  • Os sistemas sempre produzem mais do que a soma de suas partes individuais.
  • A maioria das organizações não ensina seus gerentes e líderes como liderar. Esses líderes em grande parte tiveram que descobrir as coisas por si mesmos e, no processo, receberam feedback e sugestões de sua equipe para ajudar a desenvolver um sistema que funcionasse para todos. O sucesso dessas organizações prova que a liderança sistêmica funciona e é provavelmente a onda do futuro.
  • Os millennials querem empregos com os quais possam se conectar emocional e comportamentalmente – empregos que ajudem a cumprir seu desejo de uma vida de propósito com equilíbrio saudável entre vida profissional e pessoal. Os empregadores precisam entender que devem construir uma marca forte de funcionários para atrair os millennials – ou sair do negócio porque não terão mais força de trabalho quando as gerações anteriores se aposentarem.
  • Uma forma de ajudar os funcionários a se envolverem na liderança da empresa é fazer com que os líderes e gerentes parem de resolver problemas para eles. Fazer isso é desrespeitoso porque mina a crença de que os humanos são altamente inteligentes e capazes de resolver problemas complexos. Edds diz que, em vez de ser um solucionador de problemas, um líder deve aprender a se tornar um criador de problemas. Eles devem saber como enquadrar um problema com precisão para que seus funcionários possam aprender a resolver problemas por conta própria e experimentar a satisfação de fazê-lo. Essa liberdade aumenta a estima dos funcionários, cria um senso de propriedade e faz com que eles se sintam psicologicamente seguros, para que se sintam encorajados a continuar sendo inovadores.

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